Eu conheci dezenas de professores ao longo dos anos. Todos tinham algo em comum: passavam mais tempo
fazendo trabalho operacional do que ensinando de verdade.
Eles montavam provas no Word, copiavam e colavam questões, imprimiam versões diferentes na mão para
evitar cola. Depois, corrigiam pilhas de papel durante o fim de semana. No final, digitavam as notas em
planilhas do Excel que sempre quebravam ou tinham algum erro.
O pior era ver que todo aquele esforço gerava apenas uma nota final. Nenhum dado sobre o que os alunos realmente
aprenderam. Nenhuma clareza sobre onde a turma tinha dificuldade. Só um número frio que não
ajudava ninguém a melhorar.
Percebi que o problema não era falta de dedicação dos professores. Era o processo. As ferramentas que
eles usavam não foram feitas para o fluxo de avaliação. Elas forçavam um trabalho manual que roubava o
tempo e a energia que deveriam ir para a sala de aula.
Foi aí que decidi criar o SimuladoApp. Um sistema que conecta todas as etapas do processo de avaliação em
um único lugar: criar a prova, gerar versões diferentes, aplicar online ou imprimir, corrigir via app e
ter os relatórios prontos automaticamente.
Testei com professores de verdade. Eles economizaram horas de trabalho, reduziram erros na correção e,
pela primeira vez, tiveram dados claros para saber exatamente o que fazer na próxima aula.